O Noroeste do Espírito Santo registrou o primeiro caso confirmado de Mpox em 2026. A informação foi divulgada pela Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo (Sesa), após diagnóstico positivo no município de Colatina.
De acordo com o boletim epidemiológico estadual, o Espírito Santo contabiliza 14 notificações da doença neste ano. Destas, uma permanece em investigação e 13 foram descartadas. O registro ocorre em meio ao monitoramento nacional da doença, que mantém vigilância ativa diante do histórico recente de casos.
Dados do Ministério da Saúde apontam que o Brasil soma 88 confirmações de Mpox em 2026, sem registro de óbitos até o momento. A maior concentração está em São Paulo, seguido por Rio de Janeiro e Rondônia. Outros estados, como Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e o Distrito Federal, também notificaram ocorrências.
Em 2025, o cenário foi mais expressivo: o país registrou 1.079 casos e dois óbitos. No Espírito Santo, foram confirmados 39 casos entre 229 notificações recebidas pela Sesa ao longo do ano passado.
A Mpox é causada pelo vírus Monkeypox e exige atenção ao contato direto para prevenção. A transmissão ocorre principalmente por meio de contato com lesões de pele, fluidos corporais e mucosas, além de toque íntimo, relações sexuais, compartilhamento de objetos pessoais e exposição prolongada a gotículas respiratórias em ambientes próximos.
A Secretaria de Estado da Saúde mantém a vigilância epidemiológica e reforça a orientação para que casos suspeitos sejam comunicados às unidades de saúde, como medida de controle e prevenção da disseminação da doença.
